Rafael e a definição da Beleza

Até 16 de dezembro, (se vc correr ainda dá tempo!) quem estiver em SP pode ver as obras do pintor renascentista Rafael Sanzio em exposição na Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp.

Rafael foi um mestre da pintura e arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano, reconhecido graças a suavidade e perfeição de suas obras.

Rafael tinha vários colaboradores tais como Giulio Romano e Giovan Francesco Penni, que, após sua morte, dedicaram-se a terminar as obras inacabadas do mestre.

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A exposição foca mais no período renascentista do que nas obras de Rafael propriamente ditas. Salvo engano, são somente três expostas. Mas esta informação não vai fazer diferença: as demais obras, destes seus pupilos, tem um estilo muito parecido. Além das telas a exposição conta com tapeçarias enormes também.

A exposição vale a pena, até porque é gratuita e não tinha fila (ao menos no dia em que eu fui). Inclusive eu gostaria de ter me demorado um pouco mais, mas o ambiente escuro e frio fez com que eu apressasse minha visita. Um aviso: leve uma blusinha e divirta-se!

CCXP 2018: Viva o épico!

Todo ano milhares de pessoas se encontram nesse festival Geek que se autodenomina a maior feira de cultura pop do Brasil (e deve ser mesmo). As filas para as exposições,quase sempre interativas, são longas e requerem paciência do publico. Eu ando meio com preguiça de multidões mas… ver de perto os Cosplayers não tem preço.

Aliás, pelo que entendi, todo ano há um concurso para escolher os melhores cosplayers. Ontem, pela primeira vez, acabei assistindo ao desfile e, gente, adorei! Inclusive a banda que tocou era maravilhosa. Não é nova, mas eu nunca tinha ouvido falar. Se chama “Leela”, é uma banda de rock, mandou muito bem. Esse desfile para mim foi o Highlight do dia.  

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Outro sonho de consumo, este modesto: conseguir uma mesa na praça de alimentação bem em frente ao palquinho Just Dance 2019. Eu confesso que adoro esse game! Preferencialmente para assistir os outro jogando, mas eu até já joguei algumas vezes, confesso! Não conhecia a versão 2019 mas pelo pouco que ouvi, a playlist parece bem legal!  

A estrutura do Expo São Paulo é muito boa também, é preciso dizer. Apesar de tudo custar muito caro, aqui percebemos que há uma organização por trás, zelando pelo conforto das pessoas (na medida do possível para um evento dessa envergadura).

A HBO trouxe alguns atores de GOT que, desta vez, ao contrário do ano passado onde não vi ninguém, consegui ver (meio de longe, claro). A Netflix veio com algumas brincadeiras que remetiam a lançamentos(como o jogo Bird Box) e coisas mais antigas também: Havia um stand bem grande sobre La Casa de Papel (com filas enormes) que não me interessou. Eu até tentei ver essa série, que é um fenômeno de público, elogiada por muitos, mas confesso que me entedia. Acho chata, não acontece nada, cheguei a me torturar assistindo até o terceiro ou quarto episódio. Não desce, sorry.

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Já os meninos de Big Bang (essa sim, amo!) vão todos os anos para a Comic Con de San Diego  (sonho meu) e lembro com carinho do episódio em que eles estão vestidos de Star Trek e o carro quebra no meio da estrada. Desde então tenho essa vontade (de ir de Cosplay de Star Trek). Uma Uhura sexy ou talvez de capitã Janeway (mais a minha cara acho). Quem sabe no ano que vem?

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O espetáculo mais triste da terra

Gosto muito de livros com reportagens e reconstituições, especialmente se feitos com a mesma primazia e atenção que se encontra em “O espetáculo mais triste da terra”, livro escrito por Mauro Ventura.  Por meio de diversas entrevistas, Ventura reconstitui a tragédia do Grande Circo Americano, ocorrida no Rio de Janeiro em 1961 e vai, delicadamente, traçando o perfil dos personagens e os efeitos dos acontecimentos na vida de cada um deles.

O Grande Circo Americano anunciava sua chegada com a chamada: “O maior espetáculo da Terra”, frase de impacto de atraiu um enorme público. Mas: ele não tinha lona, era coberto por um plástico (de última tecnologia) que, durante o acidente, impediu a saída das pessoas (muitas crianças) que, ao notarem o fogo e ficarem apavorados, criaram um efeito manada, pisoteando uns aos outros.  

E o pior: a tragédia ocorreu na véspera de Natal.

A história, de tão trágica (e bem escrita) provoca muito incômodo: pessoas desfiguradas, crianças perdendo a família ou pais reconhecendo os corpos dos filhos. É praticamente impossível não se deixar impactar pelos relatos de dor e tristeza daqueles que presenciaram o ocorrido. Mas, apesar de todo o drama, há aspectos importantes/interessantes da época, que nos ajudam a visualizar um pouco do Brasil de antigamente.

Um deles, por exemplo, é a análise que o autor faz sobre a inexistência da tecnologia como conhecemos hoje. A presença de celulares, redes sociais ou mesmo internet, poderia ter facilitado o socorro à vítimas, a comunicação com os bombeiros ou médicos (pasmem! o principal hospital da cidade encontrava-se fechado, pois os funcionários estavam em greve). Portanto, houve um enorme desencontro: pessoas chegavam ao ambulatório e não eram recebidas. João Goulart, presidente do Brasil à época, precisou se mobilizar e fez um pedido de desculpa público às vítimas

Duas figuras, no entanto, merecem bastante atenção. A primeira delas é o Profeta Gentileza, que fez a sua “primeira aparição”. Ele pegou um de seus caminhões e foi para o local do incêndio ajudar as vítimas (500 pessoas morreram). Ele viveu no RJ por 4 anos e depois, percorreu o Brasil divulgando mensagens de paz e solidariedade. O segundo é o cirurgião plástico Ivo Pitanguy, que até então, defendia os procedimentos de reconstituição e era desacreditado pelos colegas. A plástica naquela época, muito distante do que conhecemos hoje, ainda dava os primeiros passos.

Em geral, trata-se de um livro muito interessante, que nos mantém presos à leitura do início ao fim. Recomendo, muitíssimo.

Chegou Honey Boo Boo

De uns tempos para cá, quando estou triste, opto por ver alguma coisa que me deixe feliz. Não foi sempre assim, eu costumava ver filmes (e ouvir músicas) que me deixavam mais depressiva, assim como os emos fazem, mas hoje em dia não acho que seja uma boa técnica, afinal, a vida é curta e não tenho a intenção de abreviá-la mais ainda.

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Meu programa favorito para esses casos é “Chegou Honey Boo Boo” do TLC. Não sei bem explicar porque. O programa mostra o dia a dia de uma família comum. Um pouco disfuncional, eu diria. A mãe, June Shannon, tem pouco mais de 30 anos de idade, mas já tem 4 filhas, de idades que oscilam entre 7 e 17 anos (dependendo da temporada que a gente está vendo, elas podem estar mais velhas).

Não há nada de excepcional com esta família. A caçula, Alana, a Honey Boo Boo do titulo, é uma criança que quer participar de concursos de beleza, atividade esta que ela abandona no decorrer das temporadas, talvez por entender que não tinha futuro ou simplesmente porque ter um programa de TV é muito mais “cool”. Alana é filha de Sugar Bear, o atual companheiro da Mama June. (pelo menos durante a série).

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A seguir, Lauryn, mais conhecida como Pumpkin, a terceira na linha de sucessão, é uma figurinha e tanto! A garota parece ser a que tem pior desempenho na escola, bem como gosta de pregar peças nas irmãs e falar (muitos) palavrões. Ela é a “enfant terrible” da série chegando até a se declarar bissexual em um dos episódios. Na série já há um personagem gay, o uncle Poodle, tio das garotas, irmão de Sugar Bear.

Jessica (Chubbs), a segunda filha, parece ser mais contida, tem planos de ir para a universidade, e é a irmã favorita de Alana (honey boo boo). Em um dos episódios, o da formatura do ensino médio, Jessica, após terminar com o namorado, dá um show de auto estima convidando sua melhor amiga para ser seu par no baile.

A mais velha (e mais sem graça) é Anna (a Cheekadee) que, seguindo os passos da mãe, engravida ainda adolescente, de um rapaz que “desaparece” da sua vida. Após dar a luz a Kathleen (mais uma mulher na família!) Anna acaba por se casar e ir embora (da casa e da série).

Lendo assim pode nem parecer, mas esta série com pinta de reality show é surpreendente e, acredite. Vc vai rir muuuuuito. Particularmente, Pumpkin é a minha favorita. Com sua espontaneidade (e uma inocência que beira a burrice) suas brincadeiras e frases “non sense” ela nos remete a um palhaço dos tempos modernos.

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A série terminou (infelizmente) devido a um escândalo sexual envolvendo uma das filhas. Por outro lado, atualmente Mama June tem uma série própria (Mama June Vida Nova) que já está na segunda temporada e conta como June, após ser traída por Sugar Bear e amargar uma separação traumática ao ser trocada por outra mulher, se reergueu apostando num “makeover” consistente em várias cirurgias plásticas, dieta, exercícios mas sempre mostrando que o caminho para a mudança não é fácil nem curto.

Mama June quer entrar num vestido 38. No primeiro episódio isso parece uma missão impossível. No final das contas, bem, não vou contar o final mas, ironia fina de um conto de fadas da vida real, a mulher por quem June foi “trocada” é obesa, não necessariamente bonita e, o que é pior, muito casca grossa! Espero que June tenha mudado por não se sentir a vontade em seu próprio corpo (e não para mostrar a Sugar Bear “o que ele está perdendo”, como é insinuado algumas vezes na série) pois acredito que esse seja o verdadeiro segredo da beleza. Nós somos belos se assim nos sentimos.

[Nota] Jessica Lange e a volta do Psycho-biddy!

O que é o estilo Psycho-biddy?

Psycho-biddy (também conhecido com hag horror ou hagsploitation) é um subgênero do terror que, normalmente, apresenta filmes que contam histórias de mulheres na casa dos 50/60 anos, mentalmente abaladas por algum acontecimento que as aterroriza, por um alto nível de estresse (ou, apenas desestruturadas psicologicamente).

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O estilo surgiu em 1962, com o assombroso sucesso de “O que terá acontecido à Baby Jane” (um clássico protagonizado por Bette Davis e Joan Crawford), e foi, também, inspirado em “Crepúsculo dos Deuses” (famoso noir estrelado por Gloria Swanson).

O subgênero “Mulheres Psicóticas” (numa tradução à brasileira) apresenta tramas repletas de vingança, assassinato ou melodrama e o mais importante: “mulheres maduras em situações de perigo/violência/loucura”.

[ Particularmente, acho que esses personagens são sensacionais, especialmente quando abordados de uma forma caricata ou sarcástica, ainda que apresentem inúmeras possibilidades. Há muito humor em “Nazaré Tedesco”, por exemplo, mas há também muito drama em Bárbara Covett (personagem de Judi Dench em Notas sobre um Escândalo).]

Jessica Lange em AHS: podemos considerar como Hag Horror?

O subgênero andava esquecido, até que (re) surge Jessica Lange, com a sua cabeleira loira e estilo inconfundível, em American Horror Story. Murphy, o diretor da trama, fã do tema e extremamente atualizado com o que chamamos de “escola de cinema”, não poderia ter feito um trabalho mais incrível e bem elaborado (tsc, tsc…ainda que eu ache que tenha perdido a mão à partir da terceira temporada).

Como Constance, em Murder House, Jéssica dá a vida à uma mulher enigmática e vingativa, repleta de mistérios sobre os filhos e com uma relação estranha com a casa. A maior característica desse hag horror é a sua posição em relação à Moira, a empregada da casa (e “ex” amante do seu marido, digamos…).

Mas, o ápice acontece em Sister Jude, a freira e ex-prostituta que dirige um manicômio.

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Jude, assim como todas as personagens que se enquadram no gênero, luta contra a decadência física da idade, nutre uma paixão não correspondida (por um padre) e está em uma situação de extremo estresse: encara a possibilidade de perder o posto no manicômio, a aproximação de uma jornalista muito curiosa e acontecimentos “sobrenaturais” e inexplicáveis.

Vivemos, então, a reinvenção do subgênero?

Desde a sua invenção, o subgênero conta com diversos filmes (diferentes nuances e histórias). Há, inclusive, uma ótima lista no Filmow para quem se interessa pelo assunto e que entender um pouco mais sobre o tema.

O fato mais interessante é que na época da sua criação, existia uma espécie de deboche, as atrizes maduras (então consideradas veneno de bilheteria), eram vistas com certa piedade por parte da crítica, que não perdoava a idade.

Não cabe hipocrisia: as atrizes, na medida que vão ficando mais velhas, continuam perdendo espaço em Hollywood. Mas, hoje há toda uma interpretação diferenciada sobre a idade, sobre sexualidade e beleza. Entende-se, cada vez mais, que é possível envelhecer de uma forma diferenciada, manter a vivacidade e explorar a pluralidade feminina, em diversos personagens.

O que fazemos nas sombras: uma ótima pedida para quem quer se divertir!

Não há nada pior que desperdiçar nosso tempo procurando por algo no catálogo da Netflix para, no final, se decepcionar com determinado filme ou série. No entanto, existem algumas pérolas soltas por lá, que a gente encontra e simplesmente se apaixona.

Quando assisti “O que fazemos nas sombras” foi exatamente assim: vi o filme sem pretensão e me diverti horrores! Inclusive, saí indicando para todo mundo.
No estilo dos mockumentarys (falsos-documentários), a trama conta a história de quatro amigos vampiros que dividem a mesma casa há muitos anos, mas enfrentam grande dificuldade de convivência, pois foram transformados em vampiros em épocas bem diferentes. Talvez, umas das piores dificuldades que encontram é a adaptação à tecnologia e à vida moderna, juntamente com a necessidade de convivência com os vivos.

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Além da originalidade da trama e do humor negro, há uma série de sátiras engraçadíssimas, com críticas à construção do “estereótipo hollywoodiano” e é claro que o Edward de Crepúsculo não ficaria por fora. Mas há também menções honrosas à Nosferatu, Drácula e Os Garotos Perdidos.

O que me chamou mais atenção no filme (que, inclusive, será transformado em série para a Netflix e, provavelmente lançado em 2019) é o escárnio bem estruturado e totalmente fora da curva, incitando (e respeitando) a inteligência do espectador, com piadas irônicas e plots bem surpreendentes. Além, é claro, dos protagonistas (anti-heróis) extremamente carismáticos.
Sem dúvidas, trata-se de uma boa pedida para quem deseja se divertir um pouco! Você já viu este filme? Se sim, não deixe de contar o que achou, deixe um comentário neste post!

Edição do Masterchef Profissionais Brasil chega ao seu final

Mais uma edição do Masterchef profissionais está chegando ao fim. Esta, na minha opinião, foi uma das melhores edições pois teve profissionais gabaritados e ao mesmo tempo carismáticos. Esta edição contou com personagens polêmicos como o transexual Thales e a chef vegana Adriana, que ficou conhecida como a vegana de Taubaté por cozinhar (e provar) pratos com carne. Mas eu que AMO carne e me aventuro um pouco no fogão, entendo que deve ser muito difícil preparar comida vegana de nível Masterchef já que a proteína é a protagonista de 90% dos pratos.

Após a eliminação da mineira Manu na terça passada, três competidores disputarão as duas vagas para a final na próxima terça-feira.

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O primeiro semi-finalista, Rafael, de Niterói, Rio de Janeiro, é dono de um restaurante em Paris, mas antes trabalhou como sous-chef em restaurantes estrelados de Nova Iorque, como o Eleven Madison.

O gaúcho William, após estudar e trabalhar na Espanha, hoje trabalha como sous-chef no “Manioca” da chef Helena Rizzo, em São Paulo.

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A terceira semi-finalista é Heaven Delhaye. Dona de um bistrot na barra da Tijuca, o “Chez Heaven”, a chef conquistou o público graças a sua técnica perfeita e seus pratos refinados e criativos. Heaven tornou-se um fenômeno do Instagram com nada menos que 232k seguidores, e está lançando um novo canal de receitas e dicas de gastronomia “Chef Heaven”.

Essa semi-final (e final) prometem ser bastante emocionantes e competitivas.

Nossa torcida é pela Heaven, e a sua?

Notas sobre um escândalo: a solidão feminina

A professora de artes Sheba (Cate Blanchett) acaba de se mudar para uma nova escola e, sem conhecer muito bem o local, aproxima-se de Bárbara Covett (Judi Dench) também professora do colégio. Ela o faz, sem saber que esta dominadora mulher, possui atitudes extremamente bizarras e obsessivas. Em princípio, as duas se tornam grandes amigas: saem para beber, visitam a casa uma da outra e trocam inúmeras confidências.

Mas, um fato quebra a relação idílica das duas: Bárbara descobre que Sheba está se relacionando com um de seus alunos, de 15 anos.

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Notas Sobre um escândalo é uma história bastante curiosa (o livro, inclusive, é tão ou mais envolvente). Mais do que uma narrativa sobre a obsessão de uma mulher com a outra, a história retrata (de forma bem sutil) a solidão feminina. Ao longo da narrativa, é possível observar como os detalhes fazem toda a diferença: a gata de Bárbara como o único elo emocional da professora, o marido mais velho e o filho de Sheba, que fazem com que ela se sinta cada vez mais esgotada e sem saída.

Os dois personagens são muito complexos, com nuances bem particulares. Bárbara é uma mulher na casa dos 60 anos, extremamente carente e com um histórico duvidoso. Suas atitudes indicam uma sexualidade reprimida e toques de “desejos homossexuais latentes”. Da parte de Sheba, um imediatismo em vivenciar experiências novas e aproveitar a juventude que se esvai, além da necessidade por sexo (que, provavelmente, está em falta com o marido).

Difícil não ficar um pouco incomodado com certos acontecimentos, a gente quase fica “envergonhado” com certas atitudes dos personagens, o que transforma o espectador em um voyeur absoluto.

Medo profundo: tensão a flor da pele

Dia desses lá estava eu procurando um filme para assistir, quando me deparo com esse título: Medo Profundo. Como terror é meu gênero favorito e este eu ainda não havia assistido, resolvi dar uma olhada.

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O filme é mais do mesmo: Duas irmãs, Kate (Claire Holt), a mais atirada e Lisa (Mandy Moore), mais tímida, que acabou de levar um fora do namorado, resolvem passar férias no México.  As praias paradisíacas, rapazes bonitos, musica e drinks parecem não satisfazer as duas, que decidem, então, fazer algo mais radical: observar tubarões em alto mar, de dentro de uma gaiola de ferro.

Claro que essa ideia não ia prestar, do contrário não teríamos o filme. O fio de aço que sustenta a gaiola, com as duas dentro, se rompe, e cai a 47 metros de profundidade.

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Daí pra frente o filme fica bom. Primeiramente temos a tensão pelo fato das meninas estarem em um lugar muito escuro e profundo, com pouco ar restando nos tanques de mergulho. Não se sabe ao certo, em princípio, se uma operação de resgate está mesmo sendo executada, afinal, a “aventura turística” é clandestina. A medida que o ar dos tanques vai acabando, a agonia de quem está assistindo vai aumentando.

Depois, claro, as estrelas do filme, os tubarões, parecem estar a espreita, prontos para aparecer quando menos se espera. O final, surpreendente, também é destaque. Vou ficar por aqui para não dar “spoiler” mas creio que os fãs do gênero, como eu, não irão se decepcionar. Assista e nos conte se concorda com este post! 🙂

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